Vamos voltar a ativa...

domingo, 8 de fevereiro de 2009


Como diria Wilson Simonal, "vamos voltar a pilantragem"... Pois é, to meio sumido por aqui, sem escrever faz tempo, mas minha vida ta meio louca, um monte de coisas acontecendo ao mesmo tempo, todas as leis de Newton se fazendo presente simultaneamente e por ai vai. Sentimentos estranhos rondam minha mente, cheguei a conclusão de que sou louco, conscientemente louco, minhas emoções me entorpecem e me fazem viajar, as vezes embarco em um vagão do expresso do oriente e nem sei aonde vou parar.

A vida de um louco é saudável e sofrida, alegre e intensa, tudo tem uma razão especial de ser, ate mesmo as coisas mais fúteis e corriqueiras, estou vendo tudo com os olhos de quem vai morrer amanha. Resolvi viver cada momento com a maior intensidade possível, ate sei la quando ou ate eu me cansar dessa atividade toda. Minha vida é meio que paradona, sem la grandes emoções, então vou colocar adrenalina ate ao atravessar a rua, vou ajudar uma velhinha e me imaginar salvando o mundo, e a cada prisão de ventre vendida sera pra mim como um missel lançado à um mundo subterraneo.

Tudo tem la suas emoções, tudo mesmo, basta olharmos com outros olhos, se naum de uma hora para outra nos veremos na nossa chatice rotineira. Quero paz, quero guerra, quero conflito comigo mesmo, quero ser cada vez mais controverso e ao mesmo tempo coerente...Me entender? Nem tente, eu tentei e quase morri de tão cansado, talvez a teoria da relatividade seja mais fácil de ser entendida. Não sei confortar as pessoas, mas dou bons conselhos, adoro contrariar as pessoas para testar seus argumentos e o quanto acreditam em seus pensamentos.

Adoro ver a Pamela Anderson correndo em camera lenta, com aquele biquini vermelho em S.O.S Malibu, adoro cerveja bem gelada, mas não me venham com Kaiser e nem com Skol, Gosto de no mínimo uma Antartica, e se for nacional preferencialmente Brahma, mas nada supera uma boa Calsberg. Adoro sair a noite, adoro ficar em casa a toa vendo chaves na tv. A vida de um louco é dura também, sempre bate aquelas duvidas de o que eu vou ser quando crescer....Pooorra eu tenho 23 anos e ainda penso nisso, vou fazer teatro, ta decidido, nãaaaao... Vou fazer historia....ou Geografia, ou talvez fisica quântica, ou estudar os blocos de gelo dos icebergs do sul da Groelandia...Sei la o quero da vida, quero viver.

Quero comprar uma moto e viajar por ai, pegar uma estrada no litoral e seguir conforme minha vontade quiser, sem muita grana e com muita disposição, conhecer pessoas de cada lugar, culturas, tudo. To empolgado, vou trabalhar e juntar uma grana pra isso, ta decidido. Mas poooow, vou ter que arrumar um trabalinho desses bem infelizes e burocraticos...fazer o que neh, faz parte dessa loucura toda.

tenho até um blog, quer coisa mais louca do que essa brother? Sentar minha bunda magra nessa cadeira desconfortável e escrever feito um louco. Expor minhas ideias e sentimentos ao "mundo", mesmo que quase ninguém leia. Mas o fato de pouca gente ler pode ser uma boa coisa também, posso confessar aqui que se eu não for sair e nem cagar, eu não tomo banho, a não ser que esteja um calor dos infernos.
Posso confessar também que não sei chegar em mulheres na balada, sou péssimo nisso, um desastre, então se eu te olhar muito e você estiver afim, chega em mim pra gente dar uns cruzos...kkkkk.

Comecei esse texto sem sentido e vou termina-lo da mesma forma.


" Nem tudo que brilha é banana"
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Eu ja tentei 50 receitas....

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009


Leoni - 50 receitas

Eu respiro tentando
Encher os pulmões de vida
Mas ainda é dificil
Deixar qualquer luz entrar...

Ainda sinto por dentro
Toda dôr dessa ferida
Mas o pior é pensar
Que isso um dia
Vai cicatrizar...

Eu queria manter
Cada corte em carne viva
A minha dôr
Em eterna exposição
E sair nos jornais
E na televisão
Só prá te enlouquecer
Até você me pedir perdão...

Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...

O que me dá raiva
Não é que você fez de errado
Nem seus muitos defeitos
Nem você ter me deixado
Nem seu jeito fútil
De falar da vida alheia
Nem o que eu não vivi
Aprisionado em sua têia...

O que me dá raiva
São as flôres
E os dias de sol
São os seus beijos
E o que eu tinha
Sonhado prá nós...

São seus olhos e mãos
E seu abraço protetor
É o que vai me faltar
O que fazer do meu amor?...

Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...
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Excelente...KKK

domingo, 1 de fevereiro de 2009


*Recebi por e-mail esse texto e tive que coloca-lo aqui, achei muito bom.



Li uma vez que a Argentina não é nem melhor nem pior que a Espanha, só que mais jovem. Gostei dessa teoria e ai inventei um truque para descobrir a idade dos paises baseando-me no "sistema cão".
Desde meninos nos explicam que para saber se um cão é jovem ou velho deveríamos multiplicar a sua idade biológica por 7. No caso de paises temos que dividir a sua idade histórica por 14 para conhecer a sua correspondência humana. Confuso? Neste artigo exponho alguns exemplares reveladores.
Argentina nasceu em 1816, assim sendo já tem 190 anos. Se dividirmos estes anos por 14 Argentina tem "humanamente" cerca de 13 anos e meio, ou seja, está na pré-adolescência. É rebelde, se masturba, não tem memória, responde sem pensar e está cheia de acne.
Quase todos os paises da América Latina tem a mesma idade, e como acontece nesses casos, eles formam gangues. A gangue do Mercosul são quatro adolescentes que tem um conjunto de rock. Ensaiam em uma garagem, fazem muito barulho, e jamais gravaram um disco. A Venezuela, que já tem peitinhos, está querendo unir-se a eles para fazer o coro. Em realidade, como a maioria das mocinhas da sua idade, quer é sexo, neste caso com Brasil que tem 14 anos e um membro muito grande.
México também é adolescente, mas com ascendência indígena. Por isso ri pouco e não fuma nem um inofensivo baseado, como o resto dos seus amiguinhos. Mastiga coca e se junta com os Estados Unidos, um retardado mental de 17 anos, que se dedica a atacar os meninos famintos de 6 anos em outros continentes.
No outro extremo está a China milenária. Se dividimos os seus 1.200 anos por 14 obtemos uma senhora de 85, conservadora, com cheiro a xixi de gato, que passa o dia comendo arroz porque não tem - ainda - para comprar uma dentadura postiça.
A China tem um neto de 8 anos, Taiwan, que lhe faz a vida impossível. Está divorciada faz tempo de Japão, um velho chato, que se juntou às Filipinas, uma jovem pirada, que sempre está disposta a qualquer aberração em troca de grana.
Depois estão os países que chegaram à maioria de idade e saem com o BMW do pai. Por exemplo, Austrália e Canadá, típicos países que cresceram ao amparo de papai Inglaterra e mamãe França, com uma educação restrita e antiquada, e que agora se fingem de loucos.
Austrália é uma babaca de pouco mais de 18 anos, que faz topless e sexo com a África do Sul; enquanto que Canadá é um mocinho gay emancipado, que a qualquer momento adota o bebê Groenlândia para formar uma dessas famílias alternativas que estão em moda.
França é uma separada de 36 anos, mais puta que uma galinha, mas muito respeitada no âmbito profissional. Tem um filho de apenas 6 anos: Mônaco, que vai a caminho de ser puto ou bailarino... ou ambas coisas. É a amante esporádica da Alemanha, caminhoneiro rico que está casado com a Áustria, que sabe que é chifruda, mas não se importa.
Itália é viúva faz muito tempo. Vive cuidando de São Marino e do Vaticano, dois filhos católicos gêmeos idênticos. Esteve casada em segundas núpcias com Alemanha (por pouco tempo e tiveram a Suíça), mas agora não quer saber nada de homens. Itália gostaria de ser uma mulher como a Bélgica: advogada, executiva independente, que usa calças e fala de política de igual para igual com os homens (Bélgica também fantasia às vezes com saber preparar espaguete).
Espanha é a mulher mais linda de Europa (possivelmente França se iguale mas perde espontaneidade por usar tanto perfume). Anda muito com tetudas e quase sempre está bêbada. Geralmente se deixa foder por Inglaterra e depois denuncia. Espanha tem filhos por todas partes (quase todos de 13 anos), que moram longe. Gosta muito deles mas perturbam quando tem fome, passam uma temporada na sua casa e assaltam a geladeira.
Outro que tem filhos espalhados é Inglaterra. Sai de barco de noite, transa com algumas babacas e nove meses depois aparece uma nova ilha em alguma parte do mundo. Mas não fica de mal com ela. Em geral as ilhas vivem com a mãe, mas Inglaterra as alimenta. Escócia e Irlanda, os irmãos de Inglaterra, que moram no andar de cima, passam a vida bêbados e nem sequer sabem jogar futebol. São a vergonha da família.
Suécia e Noruega são duas lésbicas de quase 40 anos, que estão boas de corpo, apesar da idade, mas não ligam para ninguém. Trançam e trabalham pois são licenciadas em algo. As vezes fazem um trio com Holanda (quando necessitam maconha); outras vezes cutucam a Finlândia, que é um cara meio andrógino de 30 anos, que vive só em um apartamento sem mobília e passa o tempo falando pelo celular com Coréia. Aliás, a Coréia (a do sul) vive de olho na sua irmã esquizoide. São gêmeas, mas a do norte tomou líquido amniótico quando saiu do útero e ficou estúpida. Passou a infância usando pistolas e agora, que vive só, é capaz de qualquer coisa. Estados Unidos, o retardado de 17 anos, a vigia muito, não por medo, senão porque quer pegar as suas pistolas.
Israel é uma intelectual de 62 anos que teve uma vida de merda. Fazem alguns anos, Alemanha, o caminhoneiro, não a viu e a atropelou. Desde esse dia Israel ficou que nem louco. Agora, em vez de ler livros, passa o dia na sacada jogando pedras na Palestina, que é uma mocinha que está lavando a roupa na casa do lado. Irã e Iraque eram dois primos de 16 que roubavam motos e vendiam as peças, até que um dia roubaram uma peça da motoca dos Estados Unidos e acabou o negocio para eles. Agora estão comendo lixo.
O mundo estava bem assim, até que um dia Rússia se juntou (sem casar) com a Perestroika e tiveram uma dúzia e meia de filhos. Todos esquisitos, alguns mongolóides, outros esquizofrênicos.
Faz uma semana, e por causa de um conflito com tiros e mortos, os habitantes sérios do mundo descobrimos que tem um país que se chama Kabardino-Balkaria. Um país com bandeira, presidente, hino, flora, fauna...e até gente! Eu fico com medo de que apareçam países de pouca idade, assim de repente.
Que saibamos por ter ouvido e que ainda tenhamos que fingir que sabíamos para não passar por ignorantes.
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